segundo turno”, diz Jenilson se colocando como 3ª via ao governo

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Por Ac24horas.com

Em entrevista na noite desta sexta-feira, 08, ao quadro Boa Conversa, exibido pelo ac24horas, o deputado estadual Jenilson Leite (PSB) abordou diversos temas dentre eles a sua pré-candidatura ao Governo do Acre e o seu olhar sobre o governo Gladson Cameli (Progressistas).

Durante a entrevista, Jenilson Leite afirmou que vem sentindo uma sensação de mudança e colocou em xeque os números das pesquisas que o apontam com 3% de intenção de votos para o governo do Acre.

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“Essa caminhada eu estou tentando uma felicidade muito grande pela sensação de mudanças. Vai chegar o tempo em que eu vou conversar com o PT, PCdoB, Petecão e o PSOL e eu entendo que o momento de sentar na mesa é em 2022 e esse ano é para conversar com o povo. Quando a gente faz política sem conversar, a gente se isola. Vou conversar com o Petecão, conversei com o Jorge e vou conversar com outras forças políticas em 2022”, afirmou.

O parlamentar destacou que a sua pré-candidatura conta com o apoio da nacional do PSB e salientou que se mantiver o atual cenário político as eleições de 2022 terão segundo turno. O socialista afirmou que as pré-candidaturas de Petecão, Mara Rocha fraciona o eleitorado do campo do governador Gladson Cameli (Progressistas) que buscará à reeleição.

“Pesquisas você tem que saber quem faz e um político que quer ter êxito, não trabalha apenas com intuição e eu tenho feito pesquisas e os meus números são reais, não são esses que foram maximizados e divulgados na mídia. No meu ponto de vista, se as eleições fossem hoje com os candidatos que nós temos, seria uma eleição de segundo turno, não tem eleição ganha no primeiro turno hoje. Eu acho que a entrada da Mara fraciona o eleitorado do campo do governador. Quem faz matemática, sabe que eles estão dividindo muito o bolo”, salientou.

Em outro trecho, o parlamentar fez críticas ao governador Gladson Cameli e a sua equipe citando, inclusive, a pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) que apontou que governo do Acre tinha mais de R$ 1,7 bilhões em caixa durante a crise da covid-19, mas utilizou apenas R$ 123 milhões para realizar investimentos.

“O governador inaugurou uma máxima na sua eleição foi de: ‘dinheiro tem, o que falta é gestão’, ele falava isso e essa frase embalou muita gente a caminhar junto com ele e vem o Orlando Sabino mostrar esses dados que apontam que o Acre tinha R$ 1,7 bilhões disponíveis para fazer investimentos que poderia melhorar a vida das pessoas, mas que não foi feito. E o que falta? É gestão! É o que os números mostram. O setor produtivo rural poderia ter recebido investimento durante a pandemia”, afirmou.

Ao ser questionado se existe um plano B, caso não consiga viabilizar o seu nome para o governo, Jenilson Leite salientou que existe um plano B, mas afirmou que só em 2022 discutirá esse assunto.

“Hoje sou pré-candidato ao governo, mas todo mundo tem que ter um plano B. Eu acho que todo mundo pode buscar construir os seus objetivos e qual é a minha meta? É um dia de ser governador do Acre, se vai ser agora, eu não sei, eu trabalho que seja agora. Eu não sou pré-candidato para derrotar A ou B, eu não quero ser candidato para derrotar alguém, mas quero ser pré-candidato para ajudar o povo. O meu plano B vai ser revelado só ano que vem”, destacou.

Por fim, o Jenilson afirmou que vê um espaço para a sua pré-candidatura e citou o caso do ex-governador Edmundo Pinto que foi ao segundo turno em 90, apesar das pesquisas apontarem outro resultado.

“Eu vejo um espaço aberto e quando o Edmundo Pinto saiu de deputado com 3% ao governo, ninguém dizia que ele iria virar governador. O raio embora as pessoas digam que não cai no mesmo lugar, eu já vi cair. As coisas podem acontecer e a política muda. Uma hora faz sol e outra faz chuva, a política é assim também”, salientou.

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