Castelo de Águas – Esquema de emissão de notas falsas gerou mais de R$ 2, 3 milhões de prejuízos ao Depasa, diz delegado

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Por Luciano Tavares, do Notícias da Hora

A primeira fase da Operação Castelo de Águas deflagrada na manhã desta quarta-feira (6) pela Polícia Civil do Acre em sete empresas e residências investiga crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes de licitação e peculato no âmbito do Depasa.

Ao falar sobre os mandados de busca e apreensão, durante coletiva na sede da Polícia Civil, o delegado Pedro Resende, da Delegacia de Combate à Corrupção, afirmou que as investigações apontam para um prejuízo de mais de R$ 2, 3 milhões para o Estado.

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Resende explicou que a operação mira as fases pós-contratação de serviço do Depasa junto a fornecedores.

Basicamente, o empresário emitia notas com informações falsas, seja dos materiais entregues ou das quantidades. O esquema teria iniciado em 2019.

Mais cedo, o Notícias da Hora mostrou por meio de uma transmissão ao vivo que a Zezinho Materiais Elétricos, localizada na Estrada Dias Martins, em Rio Branco, foi um dos principais alvos dos mandados de busca e apreensão dos agentes policiais.

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