Polícia prende comparsa de assaltante que morreu ao invadir escola no AC e trocar tiros com secretário

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Um homem de 33 anos foi preso nessa quarta-feira (1) em Manaus por tentativa de latrocínio. Segundo a Polícia Civil do Acre, ele seria o comparsa de Ivanilso ngelo Reis da Silva, de 28 anos, que foi morto ao trocar tiros com o secretário da escola Escola Estadual Lourival Sombra, em 16 de julho deste ano em Rio Branco durante uma tentativa de assalto.

Silva e o comparsa tinham invadido o local para roubar. Ele foi morto pelo secretário que reagiu ao assalto e o comparsa fugiu depois de ouvir os disparos.

As investigações foram feitas pela Delegacia Especializada de Combate a Roubos e Extorsões (Dcore), que identificou o suspeito no bairro Coroado, na zona leste de Manaus (AM).

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O investigado foi conduzido, pela polícia amazonense, para a 19ª Delegacia de Manaus para procedimento e em seguida colocado à disposição da Justiça.

Dia do crime

Um vídeo gravado por populares mostra o momento da chegada da PM-AC no colégio. O assaltante morreu no local e os servidores foram levados para o pronto socorro pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

Dias após o crime, o G1 conversou com o secretário da escola que reagiu ao assalto. Por segurança, ele preferiu não se identificar, mas contou como foi a invasão ao colégio.

O servidor público foi atingido com cinco tiros: na mão, no tórax, no abdômen, no rosto que pegou no nariz e na cabeça de raspão. Ele diz ter duas balas alojadas no corpo, sendo uma próxima ao tórax e outra na cervical que não devem ser retiradas, conforme o servidor.

O servidor passou por uma cirurgia na mão, porque estava com um sangramento intenso nessa região. Ele disse que ou era ele ou o assaltante que iria morrer.

“Não teve conversa, falou que era um assalto. Ficamos esperando o que ele ia fazer e só sacou a arma e não falou o que queria. Não pediu nada. Era eu ou ele ou outro servidor [morto]. Já aconteceu na escola questão de segurança também, não com arma de fogo, mas com outros profissionais com pais que agredirem”, recordou.

Por G1

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