Roberto Dias, ex-diretor da Saúde, sai preso da CPI após ser acusado de mentir

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O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), ordenou a prisão nesta quarta-feira (7) do ex-diretor do Departamento de Logística do Ministério da Saúde Roberto Ferreira Dias, acusado de mentir em depoimento à comissão. Dias se tornou o primeiro depoente a ser preso após falar à CPI. O ex-servidor foi exonerado do cargo em junho, depois da denúncia de que teria pedido propina para autorizar a compra de vacina AstraZeneca, via intermediários, pelo Governo federal. O ex-diretor nega a acusação. O estopim da irritação do presidente da CPI foi a insistência de Dias em dizer que havia tido um encontro fortuito em um restaurante de Brasília com o policial Luiz Dominguetti, que se dizia vendedor de vacinas, em 25 de fevereiro desde ano. Mensagens em áudio do celular de Dominguetti, que foi apreendido pela CPI, no entanto, mostram que dois dias antes do encontro, em 23 de fevereiro, o policial já falava da reunião com Dias. Os parlamentares também tentaram esclarecer também o suposto envolvimento do ex-diretor em irregularidades na compra de outro imunizante: o indiano Covaxin. O Brasil registrou nesta quarta mais 1.648 mortes causadas pelo novo coronavírus. Segundo os dados do Ministério da Saúde, o país totaliza 528.540 óbitos na pandemia.

Por El país

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