Gravidez com DIU? Entenda por que foto de bebê com dispositivo na mão não deve abalar eficácia do método

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Por Bruna de Alencar, G1

O caso de uma mãe que teve um bebê mesmo usando o DIU (dispositivo intrauterino) é razão para colocar em dúvida a eficácia do método contraceptivo?

G1 conversou com especialistas e explica em 8 pontos por que o caso é raridade, qual o ranking dos métodos e o que você mais precisa saber de essencial sobre o DIU.

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1. Como o DIU funciona?

 

O DIU (dispositivo intrauterino) é um dispositivo no formato de ‘T’ que é inserido no útero para evitar a gravidez. Atualmente, há modelos de DIU de cobre, de prata, de ouro ou hormonal.

O DIU impede a gestação através de dois processos simultâneos: uma inflamação no interior do útero, resultado da inserção do dispositivo no corpo da mulher, e também pela liberação de íons ou hormônios.

A liberação de íons acontece no uso de DIU de cobre, prata ou ouro. Quando inseridos no útero, esses dispositivos soltam íons que tornam os fluidos das tubas uterinas inóspitos aos espermatozoides — quando eles chegam a essa região, não conseguem fecundar os óvulos.

Já no caso do DIU hormonal, a liberação torna o muco cervical mais grosso, impedindo que o espermatozoide consiga penetrar o útero; dificulta a passagem do óvulo para o útero e também pode afetar o desenvolvimento do espermatozoide, fazendo com que eles não consigam sobreviver.

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