Edvaldo defende derrubada do veto parcial sobre o projeto que visa a contratação de médicos brasileiros formados no exterior

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O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) defendeu a derrubada do veto parcial concedido pelo governo do Estado sobre o projeto de lei de autoria dele que visa a contratação de médicos formados no exterior para atuarem na pandemia da covid-19. O parlamentar pediu celeridade na apreciação da matéria para que já na próxima terça-feira, 22, o veto seja levado ao Plenário.

“Eu quero fazer um pedido a vossa excelência, que faça o despacho ainda nesta manhã para que os partidos possam rapidamente indicar os nomes para que na próxima terça-feira possamos votar esses vetos de forma célere para que as leis possam ser publicadas e ter seus efeitos e assim atender aos acreanos que tanto necessitam nas mais diversas unidades, principalmente nos lugares mais distantes”, disse o parlamentar.

Ainda de acordo com o deputado, as razões apresentadas pelo governador Gladson Cameli para vetar parcialmente a proposta são “questionáveis”.

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“As razões apresentadas pelo governador para vetar parcialmente o nosso projeto que visa a contratação de médicos formados no exterior para atuar durante a pandemia, de forma emergencial, são questionáveis. Embora, tenha-se o veto parcial, obtivemos uma vitória importante e um passo vitorioso depois da votação unânime nesta Casa. Considero mais um passo vitorioso, porque o veto não inviabiliza a proposta, o veto restringe a proposta, mas não inviabiliza”, destaca.

Edvaldo Magalhães conclamou aos demais parlamentares que mantenham a decisão tomada no dia 20 de maio, dia em que a proposta foi aprovada na Assembleia. “Nós precisamos dar um passo seguinte. O tempo joga a favor da morte. Quanto mais tempo a Assembleia demorar, quanto mais tempo nos deixarmos de decidir sobre essa lei, que só após a sua publicação terá seus efeitos, mais acreanos estarão sem a assistência médica devida”.

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