” Mandaram minha mãe vir morrer em casa”, diz filho revoltado com atendimento no Hospital de Jordão; mulher foi medicada sem prescrição médica e liberada

Os familiares  da senhora Rosaleine  Archanjo da Silva estão revoltado com o atendimento  prestado  a ela no Hospital  da Família  de Jordão. Com apenas um  médico na unidade  de média complexidade, logo  na portaria , já é  informado que o médico não atenderá,  pois a prioridade é urgência  e emergência.  Mas quem pode classificar,  sem passar pelo crivo  do clínico? Indaga o filho Cleverton Farias.

No Hospital  de Jordão,  o atendimento  médico  está limitado. Devido ter apenas um profissional  que consulta duas vezes na semana,  no período  da tarde. 

Segundo o filho, foi preciso solicitar a medição do oxímetro,  senão  a mãe teria voltado sem atendimento. Após  verificar que a saturação estava baixa,  o médico a medicou. Contudo, 15 minutos o médico saiu da unidade e um enfermeiro deu alta a ela. 

Quando chegaram em casa, Rosileine estava escarrano sangue. Essa situação  ocorreu na noite de sexta-feira  (23)..

Já neste sábado  (24), a mulher foi levada ao hospital novamente,  sem a presença  de um médico para prescrever  um remédio,  a mãe foi medicada por profissional  de enfermagem  e mandaram levar de volta para casa. 

Veja o relato ( sic). 

Bom dia, gostaria de fazer uma denúncia aqui do município do Jordão do hospital da família, minha mãe ontem deu entrada no hospital as 16 horas da tarde , logo de entrada o senhor João Brás disse que o médico não iria atender ela, pois só estava atendendo urgência e emergência, sendo que nem ao menos os sinais vitais da minha mae, foi verificado, como ele sabia se minha mãe era ou não urgência para não atende-la, quando a técnica de enfermagem colocou o oxímetro em seu dedo ela se espantou com a saturação da minha mãe, que estava 78 , muito abaixo do normal, o médico a consultou e á deixou em observação, em questão de 15 minutos ele saiu do hospital e o enfermeiro por nome de Gabriel tirou o soro da minha mãe, sem esperar terminar a medicação, deu alta pra minha mãe, sem nem ao menos verificar se a oximetria havia voltado ao normal, vinhemos para casa, minha mãe, chegou em casa, escarrando sangue, muito cansada, passou a noite em claro e hoje as 9 horas retornamos ao hospital minha mãe se queimando em febre, não foi atendida pelo médico, a técnica aplicou uma injeção ao qual não disse o nome se eu não tivesse perguntado não saberia qual tinha sido, pois não havia nada prescrito, a mesma viu a oximetria porque eu pedi por favor para verificar, e estava oscilando em 79 a 80, mandaram minha mãe vir para cada, pois não podiam fazer nada por ela, mandaram minha mãe vir morrer em casa. Pagamos tantos impostos, para sermos tão mal atendido,vão deixar minha morrer .

O contraditório

Em um áudio divulgado pelo Dr. César, ele disse que a paciente foi liberada por engano. Também solicitou que família levasse a paciente ao hospital novamente. medicou e colocou oxigênio. Aonde ela aguarda transferência para Rio Branco. 

Ela apresenta sinal de trombose. 

A família informou posteriormente que o secretário de Saúde do município, Oscar Sérgio, prestou o auxílio necessário. Tendo conseguido o oxigênio e um avião para que ela seja removida para Rio Branco.

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