Edvaldo volta a defender a contratação de médicos brasileiros formados no exterior que atuaram no Mais Médicos

O Projeto de Lei de Edvaldo Magalhães já vem sendo chamado de projeto da vida, dada a importância da matéria para a Saúde Pública do Acre

Por Assessoria

“Só quem já pegou covid-19, sabe a importância de um profissional médico”. Foi com essa frase que o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) voltou a defender, nesta quarta-feira (28), o projeto de lei de autoria dele, que permite ao Estado e aos municípios a contratação de médicos brasileiros formados no exterior, que atuaram no Mais Médicos e no Médicos Pelo Brasil. A medida visa suprir o déficit de profissionais causado pela pandemia da covid-19.

“É uma covardia, você ter um médico formado que atuou no Mais Médicos trabalhando em um açougue em Thaumaturgo, porque a prefeitura não pode contratar. Isso se chama covardia, desumanidade. Falta de bom senso. Nos últimos quatro anos só teve uma prova do Revalida, o lobby dos que não querem concorrência. Mas, àqueles profissionais que o governo federal contratou, que atuaram nos lugares mais distantes que os outros não querem ir, é disso que o projeto trata”, mencionou o deputado ao defender a iniciativa.

Edvaldo Magalhães lembrou que o excesso de trabalho causado pela covid-19, levou os atuais profissionais da medicina à exaustão. Ele lembra que muitas unidades estão desassistidas quase que na sua totalidade, por falta de mão de obra que poderia ser absorvida pela administração pública.

“Os atuais profissionais estão sobrecarregados, estafados, estão se superando e quando você conversa com esses profissionais, eles não têm tempo para absolutamente nada”, ressalta ao lembrar que cidades como Jordão, Marechal Thaumaturgo, Santa Rosa e Porto Walter sofrem com a escassez de médicos.

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