sexta-feira, abril 16, 2021

Rodrigo Damasceno enaltece trabalho do vereador Antônio Araújo por ter cadastrado mais de 7 mil famílias no CadUnico; vereador foi secretário de Promoção Social

O trabalho do vereador Antônio Araújo quando ocupou a pasta de Promoção Social de Tarauacá, de 2013 a 2016, continua gerando fruto e reconhecimento por parte do seu ex-chefe, leia-se Rodrigo Damasceno. Gestor do município durante o período que o parlamentar comandou a pasta.

No Acre, proporcionalmente, Tarauacá é o município com o maior número de famílias registradas no CadUnico, banco de dados do governo federal para garantir recursos assistencialista às famílias que vivem em situação vulnerabilidade social. Isto é, elas recebem Bolsas Família, filhos podem concorrer por meio de cotas em concursos e universidades, além de desconto na conta de luz.

Por ser um município com grande número de famílias dependentes de programas sócias, cujas pessoas foram cadastradas, ainda na gestão passada, Tarauacá está sendo contemplados com mais de 8 milhões de reais do Auxílio Emergencial, recurso destinado pelo governo federal para auxiliar durante à pandemia do Covid-19. O valor a ser pago varia de 600 reais a 1.200.

Na gestão de Antônio Araújo foram cadastradas mais de 7 mil famílias no CadUnico. Motivo pelo qual o município receberá grande quantia em dinheiro para auxiliar as famílias. 

Rodrigo Damasceno fez questão de enaltecer o trabalho do ex-secretário e atual vereador. Na rede social, Damasceno escreveu: “ quando estivemos no mandato cadastramos mais de 7 mil famílias no CadUnico, à época fomos criticados por isso, que fizemos questão de realizar o cadastro e por essa situação somos o município proporcionalmente que mais recebeu repasse do estado! Então gostaria de parabenizar todos profissionais da assistência social em nome do ex-secretário e vereador Antônio Araújo (Príncipe) por ter priorizado a nossa população e feito buscas ativas para hoje estarem sendo beneficiadas! ”. (Sic).

O ex-prefeito destacou que foram criticados no passado, “mas nada que mais justo de ser reconhecido no presente”.  

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