Tarauacá: o caos administrativo e o silêncio da pior gestora do Acre

A história política de Tarauacá reserva um lugar amargo a biografia de Marilete Vitorino ( PSD). A mulher que teve a chance de corrigir os erros dos dois anos e meio de mandato (2010/2/12), época que assumiu a titularidade do executivo, mas fez bem pior. Terrivelmente pior! Na primeira oportunidade  concluiu o mandato deixando os trabalhadores sem receber e da mesma forma os fornecedores. 

Quis o destino e o povo taraucaense lhe dar novamente uma chance, mas o resultado dessa nova oportunidade está sendo pior do que o mais incrédulo eleitor poderia imaginar. Algo em comum nas gestões da prefeita, é que o cidadão que era lembrado como o pior prefeito da história de Tarauacá é o homem forte das duas gestões dela. Leia-se Cleudon Rocha. 

Marilete conseguiu não apenas deixar uma cidade destruída totalmente, mas conseguiu fazer que a Educação do município que vinha melhorando os índices educacionais fossem destaque na imprensa acreana, não por coisas positivas, todavia, porque nem a merenda dos alunos da zona rural a gestão consegue manter. Não obstante o ano letivo ter iniciado em maio, essa situação que falta merenda, transporte para os educandos dão uma mostra do quão terrível é este governo. 

Para exemplificar o caos das ruas da cidade governada pela pior administradora do Acre, a foto capa dessa matéria mostra a rua de frente à sede da prefeitura. Exatamente na frente. Se alguém não consegue resolver o problema diante dos seus olhos resolverá o quê? Nada. 

Por sorte, dizem os mais próximos que ela não concorrerá à reeleição, vai que acontece o povo acredita nas suas promessas. E termos que ficar mais quatro anos no caos da trafegabilidade e, talvez sem aulas no campo. 

Rua de Tarauacá
Essa rua passa em frente a Prefeitura. Esse prédio aí é do secretaria de Promoção Social ao lado da Prefeitura

Em Tarauacá se há uma unanimidade entre os grupos políticos, exceto os que detém cargos no governo, é que não existe pior administração no Acre do que a do município. Também não existe  sinais de perspectivas para  os dias que seguintes. O asfalto prometido para o verão, promessa de cada ano, ficou apenas nas promessas, a realidade é outra. 

Por Leandro Matthaus

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