Técnicos preparam encontro para consolidação da Indicação Geográfica da Farinha de CZS

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De 25 a 29 de março técnicos do projeto de consolidação da Indicação Geográfica da farinha de Cruzeiro do Sul estarão no Vale do Juruá para realizar novas atividades. O produto recebeu o selo IG, um atestado de origem e procedência do Governo Federal. Os técnicos destacam que entre as principais atividades para fortalecer a Indicação Geográfica da farinha de Cruzeiro do Sul está a criação de um grupo de trabalho formado por profissionais da Embrapa, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Acre (Ifac) para assessoramento técnico e industrial no planejamento e controle interno da produção, adoção de estratégias de autocontrole da qualidade da farinha produzida, atualização das normas previstas no regulamento de Uso do selo e outras ações voltadas para a melhoria dos processos gerenciais e produtivo envolvendo a IG.

Em nota, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) lembra que a farinha de Cruzeiro do Sul é o primeiro derivado da mandioca com Indicação Geográfica (IG) no Brasil. O selo, concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), contempla produtores dos municípios de Mâncio Lima, Marechal Thaumaturgo, Porto Valter, Rodrigues Alves e Cruzeiro do Sul, cidade que emprestou nome ao produto, por ser o principal centro distribuidor. Juntos com os agricultores, a Central de Cooperativas do Juruá (Central Juruá) buscou o apoio de diferentes instituições, para composição do dossiê documental. Por mais de uma década, pesquisas conjuntas geraram informações sobre aspectos da produção artesanal de farinha e contextos históricos do território, para subsidiar o processo.

Edmilson Ferreira, do ac24horas.com

(Com informações da Embrapa)

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