sábado, setembro 26, 2020

Jorge Viana cobra DNIT por mais frentes de trabalho na recuperação da BR-364 

Em visita ao DNIT, senador relata o estado de conservação da rodovia e, no Ministério da Integração, se diz preocupado com risco de isolamento do Acre por conta da seca no Rio Madeira.

O senador Jorge Viana (PT-AC) esteve reunido com o diretor presidente do Departamento Nacional de Insfraestrutura de Transportes (DNIT), em Brasília, Valter Casimiro, para quem levou um relatório da viagem que fez pela BR-364 no último fim de semana. O senador mostrou fotografias que tirou das obras de manutenção e pediu mais frentes de trabalho, especialmente nos trechos nos trechos entre Manoel Urbano e Feijó, e entre Tarauacá até o Rio Liberdade, para evitar o isolamento dos municípios caso a rodovia não tenha condições de trafegabilidade.

“Os motoristas de táxi, de lotação; os caminhoneiros; os moradores, todos têm razão: a estrada era muito melhor há alguns anos”, disse em pronunciamento da tribuna. Ele também falou da BR-317 e comentou que no trecho que liga Brasiléia a Assis Brasil está seriamente comprometido, assim como os trechos que ligam Brasiléia a Rio Branco e a capital a Bujari. “Agora a estrada virou um caos”, discursou, na tribuna. “Entram políticos, tentando tirar proveito, ora querendo ser donos da solução, ora querendo jogar pedra em tudo e em todos. Mas precisamos de trabalhar unidos”.

Jorge Viana também demonstrou preocupação com a BR-317, no sentido até Brasileia e Assis Brasil. Casimiro se comprometeu em analisar o relatório detalhadamente e se reunir com as empresas que executam o trabalho de recuperação.

O parlamentar ainda acompanhou o governador Tião Viana na reunião no Ministério da Integração Nacional e representantes do Ministério do Meio Ambiente e Agência Nacional de Águas para tratar da seca do Rio Madeira, que está dificultando a passagem da balsa. Com o deputado federal Angelim, Jorge e Tião pediram providências como a dragagem do rio para dar maiores condições de navegabilidade. As autoridades acreanas alertaram para a construção da ponte sobre o Rio Madeira, que foi iniciada no final do governo Dilma Rousseff e está paralisada desde que Michel Temer assumiu o poder.

“Existe o risco de estado do Acre ficar isolado”, alertou. “O preço das mercadorias no Acre pode aumentar se a travessia do rio Madeira por onde é feito todo abastecimento do Acre for comprometida”. Ele disse que o preço do combustível está batendo recorde no estado. “O litro de gasolina agora no governo Temer está custando R$8. Isso é um abuso. É um absurdo nós termos brasileiro que tem que pagar para ser brasileiro e principalmente aqueles que cuidam do nosso país nas áreas de fronteira”, desabafou.

(assessoria)

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