JORDÃO: NO DIA DO ANIVERSÁRIO DO MUNICÍPIO, RADIALISTA MAURO BRITO PRESTA SUA HOMENAGEM

O Radialista Mauro Brito postou na rede social Facebook, um pouco do sentimento do povo de Jordão, no dia em que se comemora os 25 anos de emancipação política do município.

São Dez cidades do Acre que completam 25 anos de fundação oficial nesta sexta-feira, 28. Além de Jordão, Acrelândia, Bujari, Capixaba, Epitaciolândia, Marechal Thaumaturgo, Porto Acre, Porto Walter, Rodrigues Alves e Santa Rosa do Purus foram criadas por meio de leis estaduais de 28 de abril de 1992, disponíveis no site da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Muitos desses municípios nasceram a partir do desmembramento de outras cidades.

De acordo com Mauro Brito, dentre todos os discursos proferidos pelas autoridades presentes, o que mais me chamou a atenção foi do ex-prefeito Hilário de Holanda Melo, uma referência na cidade. Melo fez uma fala voltada para juventude, alertando sobre as coisas ilícitas e forças negativas existentes, que os atrai para os caminhos errados e distantes da razão. A ênfase da sua mensagem foi um convite especial. Ele convidou a todos para fazerem parte de uma grande facção, A FACÇÃO DE DEUS.

Mauro continuou e falou sobre o aniversário do município.

28 de abril, um dia especial para o povo de Jordão. Como cidadão de direito e fato, por nascer, crescer, me formar, constituir família e trabalhar por esta cidade, seria no mínimo injusto de minha parte, em não deixar também minha mensagem. Portanto, para homenagear nossa jovem cidade, mais uma vez, reproduzo aqui, uma Poesia de um visionário, (saudoso Hilarino Melo – Pai do ex-prefeito Hilário Melo), que mesmo em tempos remotos tinha grandes sonhos e a certeza de que dias melhores iriam chegar a nossa querida Jordão” .

Vila Jordão
Minha vilinha querida,
Minha adorada Jordão,
És tudo na minha vida,
Prenda do meu coração.
Como eu gosto de ti,
Mesmo assim como tú és,
Com a tua humilde igrejinha,
E as casinhas de sapês
Lembra-me uma menina,
Despida de vaidade,
Com um vestido de chita,
E cheia de mocidade.
Coitadinha da pobrezinha,
Como vive abandonada,
Assim mesmo tão desprezada,
Ela nunca se queixa de nada.
Pois um dia há de vir,
Em gesto como as outras da nação,
Tendo praças e Avenidas
E grande movimentação.
24 de Outubro de 1974,

Hilarino Alves de Melo (1902-1993)

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